Raiva
Ao ouvi-lo falar... comecei a interiorizar que anda cheio de raiva há alguns meses... Disse-lho, mas ele gostou e negou e negou e voltou a negar...
Contei-lhe a minha história recente, o meu balde de água fria, a Dor, a desilusão, a traição, enfim... todos os engredientes para que se sinta raiva...
Finalmente admitiu!
E agora?
Agora, não sei... Mas, acho que depois da raiva assumida, há que sentar. De preferência junto ao mar e começar a escrever...
que aprendi eu disto? Com isto? Como vou ser diferente? O que falta ainda saber sobre o tema? O que me dói? Porque me dói? O que gostei, porque é que gostei?
Na semana seguinte e enquanto o assunto bailar na nossa cabeça, como uma osquestra, devemos fazê-lo...
A pouco e pouco a melodia, vai-se confundido, com outros ruídos e haverá uma semana, que me esquecerei de escrever sobre o assunto...
Não sei é se devo depois verificar, as vezes que repeti o quê e seleccionar, as respostas correctas...
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