segunda-feira, agosto 28, 2006

Adeus, Amiga!

Faço aleatóriamente um filme das memórias com que fico tuas. Da culpa.
Tinha o sonho romântico, que quando moresses morrerias comigo. Não sei porquê.

Ela não era minha. Mas de algum modo era da família.

A verdade, é que a viamos mais a ela, que à familia de humanos, daqueles que se deslocam sobre as suas pernas traseiras. Talvez até ela gostasse mais de Nós do que eles. Ou mais de Nós do que deles. Afinal, não duvido,que Nós lhe davamos mais mimo, mais carinho, mais atenção, mais conversa. Água as inumeras vezes, que não tinha. Mangueiradas, ao seu local infestado de tudo... Ampolas de anti-carraças e pulgas.
Passeios, brincadeiras. Liberdade. Exercicio.

Feliz ou infelizmente, não assisti. Não estive lá. Não me despedi.

Mas, eles não têm mais cão nenhum. Ai não têm não!