sexta-feira, outubro 07, 2005

A guerra

Quando declarei a guerra. Declarei-a, para mim. Gritei-a aqui, mas não a exteriorizei a mais ninguém...
Em sequência disso, o pai do meu filho, deve ter pensado, que para mim, tudo me é indiferente. Ou então... ela é mesmo porreira... ou ainda... a mulher é parva... ou o mais provável é ter pensado... está demasiado calada para o meu gosto...

Depois eu e a advogada que encontrei não estamos de acordo... no acordo.

Não sei fazer acordos, que não dizem, o que para mim é fundamental... E se a guerra é minha...tenho que acreditar, não só no obejctivo da guerra, como nos meios para atingir o mesmo.

Não posso entregar um acordo, em que na minha opinião falta um terço, dos pontos fundamentais - no meu ponto de vista - para posteriormente, ter ainda de abdicar de alguns dos que lá estão e que são os mais do que óbvios.

Sei, que a maioria das pessoas, que leu o meu acordo, me acha louca, exigente, picuinhas... talvez seja... mas o que eu pretendo é uma contra-proposta! Uma contra-proposta coerente em que o pai do meu filho se dê ao trabalho de pensar nela e de fazer contas. De cortar ou acrescentar pontos... ou pura e simplesmente recusá-la...

Quem lhe vai cobrar a factura... não sou eu... quem receberá o troféu, também não serei eu. E a minha guerra... jamais será outra que não a de luva branca!

Confesso que me incomoda, que não me entendam. E, mais ainda me incomoda, que os meus assuntos, não possam ser defendidos por mim... Se eu tivesse dinheiro e raiva suficiente, provavelmente... deixava a advogada tratar de tudo e recusava-me a falar com ele, mas como esse ódio já está mais diluido... então que seja à minha maneira, ou à maneira dos outros... eu jamais poderei ser Eu e defender, o que acredito, ser o correcto!

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