quinta-feira, dezembro 09, 2004

O Natal

Eu sou católica.

Acredito, que Jesus nasceu de Maria sua mãe, que foi concebida pelo Espirito Santo. O que é tão extraordinário, como esse menino nascer, num curral e ser aquecido, por o respirar dos animais. Ou quando homem, morrer numa cruz para a nossa salvação. Estranho, não é? Assim, escrito ou lido, não sabe a nada. Reduzido a um texto, simplório, que pretende transmitir, o que apenas se sente; Fé, Amor, Esperança... Enfim, sentimentos bons, que nos construam, pelo nosso bem estar e dos outros.

Esse menino que nasceu há dois mil anos atrás, trazia muitas mensagens. Cada um de nós filtra a que lhe interessa mais. Para mim; "Amar os outros como a ti mesmo" é uma, das frases que mais me agrada.

Mas, depois nesta altura do ano, é só luzes e mais luzes, árvores todas enfeitadas (lá em casa também há uma) que não têm nada a ver com o verdadeiro Natal. Presentes e mais presentes, para todos e mais alguns, em vez de oferecermos apenas Um, como o simbolo do que deveriamos dar ao menino, que por existir em espirito, ninguém vê, apalpa, toca, mas está aqui ao meu lado, enquanto escrevo este texto. E aí ao teu lado, enquanto o lês. É nisto que acredito. E isto é tão extraordinário, quanto o nascimento do menino. O total adulteramento, da real mensagem de Esperança, de Fé e de Amor.

E depois dou por mim a dizer; Detesto o Natal!

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