sexta-feira, julho 01, 2005

À Parte, numa janela aberta, escrevo, o que sinto, como se fosse o registo do meu batimento cardíaco… das emoções, que a vida me oferece e daquelas que eu aceito.

Algumas vezes, não sinto nada. Então, ligo-me à corrente e tento devolver-me, a mim...

Olho-me ao espelho e nem sempre me reconheço.