quarta-feira, outubro 13, 2004

Fluidez

A pouco e pouco, tudo flui.

As palavras que tinha presas no coração, encontram-se agora, com as emoções que insisto desde sempre em reter no meu cérebro.

Devagar, a força dos sentidos, sobrepõe-se como sempre desejei à razão, ao motivo, à definição, do que quer que seja.

Vivo as emoções em mim, com os outros ou atravez deles e não sei o motivo, mas a segurança pacifica, voltou ao seu posto, ou outro posto.

Sim, claro, eu ali no cimo da montanha. Continuo lá, mas não me sinto a desequilibrar como há uns meses. Estou de pé. A deixar passar por mim, os ventos frescos e quentes, que se encontram no topo dela. Rodopio, ao som da minha própria música, de olho fechado e sorriso aberto. Abro os braços à vida e o coração bombeia de modo ritmado o liquido que nos oxigena a alma.

Bom Dia Vida!