Ausência demasiado presente
Momentos há em nos encontramos fora da nossa cabeça
Em que o que nos rodeia não é mais que uma tela
Da qual já não constamos, por mais que nos procuremos.
Deixamos de ser impressionados pelas solicitações exteriores
E eis que partimos para um lugar recôndito por um caminho desconhecido.
Sentimo-nos com se estivesse-mos acima do solo
Entre o ser e o era-mos, nada nos faz falta.
Defende-se assim o espírito do sofrimento
Procurando um alívio na ausência, que é consciente
Para os sãos de espírito...
Hoje, sinto-me assim.
Ausente de mim...
Tu és dificil de comentar! Escreves poemas de Amor, carregadinhos de sofrimento e eu quero fugir de sentir dores. Não gosto de me sentir mal, não gosto de me sentir triste e como de momento o Amor (Homem/Mulher), não me tem sido simpático, não me apetece andar perto, de quem escreve porque está apaixonado, ou Ama e lhe dói também... Por isso por vezes ser dificil comentar, outras vezes o dificil é mesmo ler-te.
Por vezes penso que é como dizes em cima, olhas-te de fora e procuras-te... e as nossas histórias tocam-se, assemelham-se e acabámos por partilhá-las!
Beijinho grande Amiga
O meu blog anterior: www.partilhas.blogs.sapo.pt
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