quinta-feira, setembro 23, 2004

Sem limites, nem medos (2)

É mais ou menos, assim:

-Quem me conhece, atribui-me um nome, um rosto, um "modo". Mas, essas partes de mim, não têm acesso à essência pura de Mim.

-Quem nunca me viu, lê o meu interior em directo e sem censura...

-É como se estivesse a trair quem já me Ama tanto, quando acabo por vos dar a vós, o que eles têm e não lhes dou a eles, o que vocês têm...

Estou a tentar encontrar um equilibrio entre o meu exterior e o meu interior e também isso passa por aqui.